quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Sobre o projeto de lei que prevê a guarda compartilhada: não pode ser aprovado!



De acordo com Lima (2008), quando as mães tomam conhecimento do abuso sexual intrafamiliar contra as filhas, tendem a buscar informações mais completas acerca do que e como aconteceu. Passam a ter uma preocupação acerca do tempo que durou a prática do abuso sexual, se houve conjunção carnal, questionam as próprias filhas e, em alguns casos, seguem para inquirir o agressor; e, então, denunciam.

Furniss (1993) aponta que as mães, ao tomarem conhecimento, tendem a adotar uma postura protetiva diante dos filhos, não somente da vitimada. A mãe, de fato, apresenta-se com um papel protetor de grande responsabilidade. Não somente porque é o adulto não abusivo, mas também pela característica social a ela atribuída de cuidadora principal.

A literatura revela que, mesmo diante desse tipo de situação que gera abalo e, muitas vezes, cisão familiar, a mãe, ainda assim, permanece como responsável pelo elo e harmonia da família. A ela é atribuída, social e historicamente, a responsabilidade da união familiar (Azevedo & Guerra, 1993; CECRIA, 1998; Furniss, 1993; Habigzang & Caminha, 2004; Habigzang et al., 2005; Renshaw, 1984)."

Trecho retirado daqui: http://jucienesouza.jusbrasil.com.br/artigos/127541371/abuso-sexual-intrafamiliar-as-maes-diante-da-vitimacao-das-filhas

ASSINEM:https://www.change.org/p/secretaria-de-direitos-humanos-da-presidência-da-república-presidenta-dilma-vete-a-lei-de-guarda-alternada-que-favorece-a-violência-doméstica


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Texto e imagem retirados da Página Veta Mais - Unidas contra o PL 117:
http://goo.gl/RTNp8Z

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