domingo, 30 de dezembro de 2012

O que eu devo ao feminismo.

Eu serei eternamente grata àquelas mulheres que morreram lutando por condições dignas de trabalho.
Serei eternamente grata às feministas que lutaram por direitos que nós mulheres temos hoje e nos parecem tão naturais: votar, estudar, ser solteira, alugar/comprar imóveis, etc.

Basta olhar a história que iremos perceber: há pouco tempo atrás as mulheres não podiam nem sair na rua sozinhas e quando o faziam, no máximo era para ir à igreja. As mulheres puderam estudar há pouco tempo também (menos de um século, se não estou enganada), e no início as disciplinas era diferenciadas para meninos e meninas: as meninas aprendiam o básico: ler e escrever, as quatros operações matemáticas, costurar, bordar e demais 'prendas domésticas". Só havia um futuro para as mulheres: casar e serem mães.

As mulheres não podiam comprar imóveis sozinhas e muito menos votar. Mulheres eram vistas como seres inferiores, que não podiam opinar, como crianças...

Mas algumas mulheres simplesmente não aceitaram isso e foram à luta... e muita coisa mudou.

Graças a essas mulheres, hoje eu, mulher com 25 anos, sou formada em Pedagogia e Pós-graduada em Arte. Trabalho, posso votar, comprar o que eu tiver condições de pagar. Moro sozinha e me sustento.
Tenho a vida que quero e e que por mais que minha avó quisesse, não poderia ter uma vida assim: naquela época era inconcebível!

Por isso tudo sou eternamente grata ao feminismo e admiro muito as pessoas que lutam por direitos iguais para todos, independente de gênero, cor, classe social ou opção/orientação sexual.

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Para quem quiser saber mais sobre a história das mulheres, indico o livro (que estou lendo) "História das mulheres no Brasil", de Mary Del Priore. Livro excelente, vale muito a pena a leitura.

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