quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Noites de um verão qualquer...

[...]
Noites de um verão qualquer
Deixa que ela entenda o traço.
Que invente a fuga por nós dois
Que sou seus pés, eu sou também seus braços.

Noites de um verão qualquer
Dentro da febre desse abraço.
Satélite voltou do céu
Eu sou o resto, sou também o aço.

Noites de um verão qualquer
Sob sua pele encontrei abrigo.
Pra gente se devorar
Na órbita do seu umbigo.

Seguem infinitos metros
Pra perto desse abraço.
Eu tento respirar
Desdar o nó que aperta esse laço.
Skank.
 
...Música muito linda...amei!
Saudade de vocês...logo estarei de volta, mais presente...

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