sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Arde, flameja...

Ah, e dizer que isto vai acabar, que por si mesmo não pode durar.

Não, ela não está se referindo ao fogo,
refere-se ao que sente.
O que sente nunca dura, o que sente sempre acaba,
e pode nunca mais voltar.
Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja.
Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde, arde, flameja.
Clarice Lispector.

4 comentários:

  1. quando é que eu estive aqui?... saudades sim...rsrs


    Beijão!

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  2. e Clarice é chama,
    veste a mulher como realmente é... seus sentimentos eu valorizo...

    beijos mulher-mulher,
    do seu menino-um-pouco-homem.

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  3. Feliz amigo oculto http://fodastico.blog.br/2009/12/amigo-oculto-dos-blog-quem-eu-tirei.html post ta ai blz, felicidades e boas festas.

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  4. NANY C., então tá....achei que eu estava em falta com você...Mas venha aqui sempre que sentir vontade, adoro seus comentários!!!

    ABRAÂO, Clarice escreveu tudo o que eu sinto...tenho a sensação de que somos a mesma pessoa...rsrs

    THIEGO, obrigada...tudo de bom para você também!

    BEIJINHOS a todos e obrigada pela presença aqui no blog! :)

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Um pouco de você... "se abra", se entregue...sou toda ouvidos e olhos, a seu dispor!

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