domingo, 29 de novembro de 2009

PACIÊNCIA...

"Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...



Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não..."



LENINE.

http://www.youtube.com/watch?v=je-RTYbzoEk

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Uma noite mágica!!!



Final de ano.
Uma grande festa acontece na areia da praia, ou como chamavam os amigos de Jenny , um luau.
A noite escondia mistérios e prometia encantos...
As estrelas, no céu, brilhavam mais do que nunca e a alma de Jenny parecia subir e juntar-se a elas.
De repente encontrou um velho amigo e começaram a conversar.
Romance.
Romance no ar...
O mar começou a agitar-se e quem ouvisse atentamente poderia escutar as ondas numa torcida pelo amor entre o casal: "beija, beija!...
Era o destino, o amor acontecendo bem alí, diante de todos, até mesmo aqueles que não acreditam mais.
A noite era perfeita, como uma obra de arte da natureza.
Jenny e Gabriel não pensavam mais em liberdade, queriam viver a intensidade do momento.
O que aconteceu depois daquela noite, não se sabe, nem importa; porém, foi inesquecível e mágica!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Conto de fadas da vida real!


Era uma vez uma garota. Que vivia numa cidade comum, não em uma capital ou no litoral, como ela sonhava.
Ela tinha uma vida comum, era casada, tinha um emprego estável, enfim, uma vidinha comum a tantas outras pessoas. Ela "procurava" ser educada e simpática com as pessoas e até se sentia feliz.
Mas a vida, ah! a vida! Esta sempre encontrava formas de surpreender a garota, que por acaso se chamava Lia. Eram acontecimentos pequenos, mas que foram aos poucos, tornando-a uma pessoa um tanto amarga e triste...
Uma vez, ela perdeu um ente querido; outra, seu grande projeto que já estava quase concluído desmoronou; outra ainda, outro parente morreu, em outro momento, seu marido sofreu um acidente...
E assim a vida de Lia ia se passando. Ela tentava contornar estas situações, as vezes até ria delas, mas após tantos acontecimentos, internamente, ela estava ficando desesperada, sem fé.
Até as suas conquistas pareciam pequenas, diante de tantos acontecimentos ruins. Alguns lhe diziam: "olha, poderia ser bem pior!" Como se isso fosse ajudar alguma coisa.
Ao contrário, ela se sentia ainda pior, pois parecia que estava sendo ingrata com a vida.


CONTINUA...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Vida louca vida! Vida imensa....


A vida por aqui "anda" difícil, difícil...uma sucessão de acontecimentos ruins, que acabam diminuindo ainda mais a minha fé e aumentando ainda mais a minha vontade de fugir...
Mas fugir seria covardia, então, tenho mesmo que encarar tudo e continuar a luta, que tem previsões de melhorar só daqui a bastante tempo....
Eu lí uma frase muito interessante, de Mário Quintana, que melhorou minha percepção dos fatos:

"Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!”

Meus queridos, eu voltei porque não aguento ficar sem escrever....alguns dias, as postagens serão assim: tristes e densas....Espero que vocês me compreendam, como sempre fizeram. Mas teremos muitos dias alegres e com risos, com toda certeza!!!

"Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve." (Cazuza)



Ótima semana!
Beijinhos da Katy.

domingo, 15 de novembro de 2009

DIÁLOGO ENTRE DOIS BEBÊS

Oiii! Gente, voltei!!!
Confesso que não aguentei a saudade...rsrs....e os dedos, nervosos, queriam digitar, escrever, criar...rsrs...(mesmo que um "Ctrl C / Ctrl V"), sinto falta de vocês todos!!!


DIÁLOGO ENTRE BEBÊS...

- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando
um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido
aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar.
Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me
pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?

- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que
quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra
roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais:
como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que
eu sou adotado, cara?

- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma
hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não
quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?

- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu
pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não
é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de
caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou
filho da vizinha. Só pode!

- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.

- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas
coisas estranhas sobre a minha mãe.

- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato.
Assim, do nada. Quanta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o
bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.

- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.

- E sabe a Francisca ali da esquina?

- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá,paradona,
admirada vendo o gato berrar de dor.

- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra
entender.

- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou
isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa
selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim.
Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não
achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta
pra me levar embora.

- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer
isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai
com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe?
Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu
imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E
ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que
se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode
passar desfilando e tal.

- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela
fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha
cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.


P.S.: Recebi por e-mail...
Ótimo domingo!!!
Beijos.

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